Carnaval ! Benefício ou desastre espiritual para o cristão?

Procure entender profeticamente alguns detalhes. Sobre questões como Carnaval, Rei Momo e a consequência dessas figuras na vida e no cotidiano de quem proclama as boas novas. Algum benefício para esses dias de “folia” ou dias de reflexão?

O surgimento do Carnaval.

O Carnaval tem diversas origens possíveis, que nos levam a milhares de anos antes de Cristo. A palavra carnaval pode ter a sua origem na expressão latina “carrum novalis”, utilizada pelos romanos para abrirem seus festejos. Ou talvez na palavra “carnelevale”, que significa “adeus à carne”, em dialeto milanês, uma referência ao início da Quaresma cristã.

Na realidade, mesmo que  ninguém saiba ao certo como o Carnaval surgiu, alguns historiadores acreditam que sua origem remonta a celebrações ligadas à chegada da primavera na Europa, comemorada com festejos na Grécia e na Roma antigas. No ano 590 d.C., a Igreja Católica incorporou o Carnaval ao seu calendário, convencionando que a Quarta-Feira de Cinzas marca o início da Quaresma que vai até a Páscoa (ressurreição de Jesus Cristo).

O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou “carne vale” dando origem ao termo “Carnaval”. Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.

A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma.

O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres.

(Gálatas 5:21) –  Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.

(Provérbios 23:20) –  Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.

(Provérbios 21:17) –  O que ama os prazeres padecerá necessidade;

Como saber o dia do carnaval de cada ano?

O carnaval está entre as festividades ou feriados em que ocorrem em datas móveis. Por isso, para muita gente ainda persiste o mistério em saber porque a data do carnaval varia de ano para ano. O cálculo da data do carnaval se realiza em função do dia da Páscoa.

Ele ocorre sempre sete domingos antes do domingo de Páscoa. Porém, a Páscoa também é uma festividade com data móvel e para calcular a Páscoa devemos observar o primeiro domingo de lua cheia após o dia 21 de março, época em que ocorre o equinócio da primavera no Hemisfério Norte. O equinócio é o ponto da órbita da terra em que se registra uma igual duração do dia e da noite, fenômeno que ocorre nos dias 21 de março e 23 de setembro. Definida a data do Domingo de Páscoa, é só contar 46 dias para trás e encontrar a Quarta-Feira de Cinzas.

Mas ainda existe uma dificuldade para quem quiser descobrir sozinho o dia do próximo carnaval: como a data da lua cheia usada para o cálculo não é exatamente a real (embora bem aproximada) será preciso consultar as tabelas eclesiásticas confeccionadas com base no que foi definido pelo Concílio de Nicéia (325 d.C.).

As festas e suas reverências.

Os povos pagãos antigos homenageavam seus deuses greco-romanos em grandes festas. Entre elas, existiam as saturnias (para o deus Saturno) e os bacanais (para o deus Baco, na mitologia romana, conhecido também como Dionísio, na mitologia grega). Essas comemorações, geralmente realizadas em novembro e dezembro, eram regadas a muito vinho e com direito a orgias diversas.

O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.

No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.

De acordo com o modo contemporâneo o carnaval ainda é considerado uma forma de festa bastante tradicional, pois persistiu por vários anos com o mesmo aspecto.

Rei Momo, você sabe o que é?

Mas as Saturnálias são as comemorações carnais, que mais se assemelham ao carnaval do Brasil. A Saturnália iniciava-se com César, escolhendo o soldado mais belo, para coroa-lo rei durante os quatro dias do festejo. Esse rei era chamado de Momo. Durante seu reinado era praticado, sobre o seu comando, todo tipo de glutonaria, bebedeira e lasciva, no término das festividades, ou seja no final do quarto dia, o rei Momo era sacrificado de forma brutal no altar de Saturno.

Quem afinal é a entidade Momo?

Momo era o deus da irreverência, o motivo pelo qual, foi expulso do Olimpo (local onde acreditava-se morar os deuses da mitologia Grega).Mais porque afirmar que essa entidade, era cultuado em Roma se a sua origem é Grega?

Momo é uma das formas de Dionísio, o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo(para os Romanos). Saturno também é conhecido como o deus sol. Isso nos faz retroceder bem antes da época dos reinados Romano, Grego e Egípcio, nos levando até um homens chamado Ninrode (Gênesis,10:8 à 12). O princípio do reino de Ninrode foi Babel. Babel nos faz lembrar da torre, derrubada por DEUS, e o surgimento de várias línguas (Gênesis,11:1 à 9). Pois Ninrode e seu povo decidiram levantar uma torre, no intento de tocarem o céu, para levantarem seu nome. Desejaram o mesmo que Lúcifer desejou, colocar seu nome acima do nome do único DEUS.

Na mitologia grega, Momo (Reclamação) era um dos filhos que a deusa Nix ( Nix era a personificação da noite), teve sem um pai, ou com Érebo (Érebo (do grego: Ἔρεβος, Erebos, “sombra” ou “escuridão profunda”) era, na mitologia grega, a personificação da escuridão, mais precisamente o criador das Trevas”. Em objetivas palavras, o Momo é filho da noite com o criador das trevas. E sabemos que é entregue as chaves da cidade todos os anos quando antecede o carnaval ao Momo.

Mas após ser coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno, deus sol(Ninrode, Tamus), recebe das mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela Cidade, Estado ou País, as chaves ?da cidade?. Este ato de entrega das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na Bíblia significa poder, autoridade, domínio, ligar, desligar e abrir e fechar.
(Isaias 22:22, Apocalipse, 1:18, 3:7, 9:1 e 20:1; Mateus, 16:19)

Momo foi escolhido para julgar qual deus, dentre Zeus, Poseidon e Atena, poderia fazer algo realmente bom. Zeus fez o melhor dos animais, o Homem, Atena fez uma casa para as pessoas morarem, e Poseidon fez o touro. Momo, então, que ainda vivia entre os deuses e tinha o hábito de não gostar de nada, criticou o touro porque não tinha olhos em baixo dos chifres que o permitissem mirar os seus alvos quando ele fosse dar uma chifrada, o homem por não ter uma janela no seu coração para que o seu semelhante pudesse ver o que ele estava planejando, e a casa porque ela não tinha rodas de ferro na sua base para que ela fosse movida.

Vindo da mitologia grega, ele é filho do sono e da noite, e acabou expulso do Olimpo – morada dos deuses – porque tinha como diversão ridicularizar as outras divindades.

(Jeremias 8:12) –  Porventura envergonham-se de cometerem abominação? Não; de maneira nenhuma se envergonham, nem sabem que coisa é envergonhar-se; portanto cairão entre os que caem e tropeçarão no tempo em que eu os visitar, diz o SENHOR.

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