A insuficiência dos pequenos grupos para o discipulado.

Relato pessoal de um Pastor local Norte Americano. Relatara sua experiência em pequenos grupos de discipulado. Na minha experiência limitada, encontrei poucos pastores e líderes da igreja satisfeitos com seus esforços de discipulado. Quase todas as igrejas evangélicas na América dirão que quer fazer discípulos de Jesus e tem uma estratégia em vigor para como isso será realizado.

Ler mais

O brasileiro se utiliza mais da televisão ou da internet para obter conhecimento dos fatos?

Uma pesquisa do CONECTA (http://conectaibrasil.com.br/), plataforma web do IBOPE Inteligência, sobre o comportamento do internauta brasileiro, revela que 88% assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo. Nesse momento, o smartphone é o dispositivo mais usado (65%), seguido pelo computador (28%) e pelo tablet (8%).

O brasileiro se utiliza mais do Smartphone, televisão ou tablet?

O brasileiro se utiliza mais do Smartphone, televisão ou tablet?
Ao navegarem na internet enquanto assistem TV, 72% acessam as redes sociais, 55% recorrem à internet para passar o tempo durante os comerciais, 48% resolvem outras coisas e 18% dizem que a TV não é interessante o suficiente para ter toda a sua atenção. Há também 17% que assistem TV e navegam na internet simultaneamente para interagir com o que está acontecendo na transmissão, mesmo percentual dos que discutem com amigos sobre o programa que estão assistindo e 10% que buscam mais informações sobre um comercial que assistiram.

O estudo aponta ainda que televisão e internet podem ser complementares: 96% dos internautas brasileiros já buscaram na internet algo que viram na TV.

Quer receber estudos Vips primeiro que todo mundo? Preencha o campo abaixo e seja um Multiplicador de Conhecimento.

O uso da televisão por causa da internet, e o uso da internet por causa da televisão.

O uso da televisão por causa da internet, e o uso da internet por causa da televisão.
Os internautas brasileiros assistem mais televisão e navegam mais na internet do que os americanos e canadenses. De acordo com uma pesquisa organizada pela Worldwide Independent Network of Market Research (WIN) e realizada no Brasil pelo IBOPE Inteligência, por meio de sua unidade de pesquisas online, o CONECTA, por aqui 95% dos internautas entrevistados navegam na internet todos os dias e 82% assistem televisão diariamente, média acima do verificado nos países da América do Norte.

A pesquisa mostra também que TV e internet são meios complementares, já que 72% da população de oito países das Américas navegam na web para buscar informações sobre algo que viram na televisão. Isso ocorre com mais força no Brasil, onde 96% dos entrevistados dizem fazer isso.

Os brasileiros navegam mais na internet que canadenses e americanos.

Assistir TV pelo smartphone também está se tornando comum, sobretudo no Brasil, onde esse hábito já é praticado na mesma proporção do que nos Estados Unidos. Na média das Américas, 24% dos habitantes assistem televisão pelo smartphone.

O uso do smartphone para assistir TV é mais comum em casa (69%) ou em transportes como ônibus e metrô (52%). Mas há também uma parcela significativa que faz isso no trabalho (43%), na casa de amigos (27%) e em restaurantes (26%).

O Brasil também é primeiro quando o assunto é assistir filmes e programas de TV por meio de serviços on demand (disponibilidade de assistir aos conteúdos na hora que quiser), como Netflix. No país, 49% assistem, no mínimo, semanalmente, o que coloca o Brasil no topo do ranking, junto com os Estados Unidos.
Brasileiros navegam na internet mais do que americanos e canadenses.

Sobre a pesquisa
Foram realizadas 8.533 entrevistas em oito países da América Latina, em maio de 2016. No Brasil, foram entrevistados 1.004 internautas.

Fonte: Ibope Inteligência

Como o cristão reage diante de tamanha tecnologia?

Hoje não existe a possibilidade de negarmos a tecnologia na vida das pessoas, inclusive do cristão.

Tempos atrás a televisão era vista como um vilão, entre outras coisas, que poderia modificar o pensamento e o intelecto das pessoas, por muitos foi vista como algo que não deveria ser utilizada.  A geração passada necessita da internet mais não tanto quando as novas gerações, a maioria dos jovens passa uma media de 3 horas por dia na frente do computador navegando na internet. Os sites mais visitados são as redes sociais, caixa de e-mail e sites de pesquisa.

Alguns nos dias de hoje trataram como sofismas, como o apóstolo Paulo assim nos ensinava, mentiras que pareciam verdadeiras. Durante algum tempo a internet foi vista como maléfica ao  cristão, foi-se pregado contra e até mesmo doutrinas e disciplinas foram criadas para os “ousados” usuários, da mesma maneira que aconteceu o mesmo com a TV e com a Radio, pois tudo que é novo assusta.

A questão não é o meio de comunicação em si, mas a forma que é usada, o pecado não está no computador ou na TV mais na pessoa que está utilizando, aquele com o controle nas mãos.O pecado não esta no fato de utilizar a televisão ou a internet, mais sim o meio pelo qual esses meios são utilizados para benefícios ou perda de produtividade, sendo esta por ocupação de tempo, ou alienação em assuntos que não edificam em nada.

Se utilizar de aplicativos, programas de computador ou programas de televisão que trazem benefício para uma vida atual e moderna é o que devemos fazer para nossos dias serem mais proveitosos e uteis.

Quer receber estudos Vips primeiro que todo mundo? Preencha o campo abaixo e seja um Multiplicador de Conhecimento.

 

 

O avivamento da rua Azusa! E o início do pentecostalismo em 1906.

 “Com gritos estranhos e pronunciando coisas que aparentemente nenhum mortal em seu juízo normal pudesse entender, teve início, em Los Angeles, a mais recente seita religiosa.”  Foi isso o que disse a edição de 18 de abril de 1906 do Los Angeles Times.

1904 – Avivamento no país de Gales.

Em 1904 aconteceu o Avivamento de Gales, durante o qual aproximadamente 100.000 pessoas de Gales se uniram ao movimento. Internacionalmente, cristãos evangélicos tomaram este evento como um sinal do cumprimento da profecia do Livro de Joel da Bíblia, (Joel 2:23-29) que estava para acontecer.

Joseph Smale, pastor da Primeira Igreja Batista em Los Angeles, foi pessoalmente a Gales para testemunhar o avivamento. No seu regresso a Los Angeles, tentou inflamar um evento similar em sua própria congregação. Sua tentativa, todavia, teve pouca duração, e finalmente deixou a Primeira Igreja Batista para fundar a Primeira Igreja do Novo Testamento, de onde continuou os seus esforços.

Durante esse tempo, outros avivamentos em pequena escala estavam acontecendo em Minnesota, Carolina do Norte e Texas. Em 1905, houve relatos de falar em línguas, curas sobrenaturais, e uma significativa mudança de vida acompanhavam esses avivamentos. Quando esta notícia correu, os evangélicos por todo os Estados Unidos começaram a orar por avivamentos similares em suas próprias congregações.

Quer receber estudos Vips primeiro que todo mundo? Preencha o campo abaixo e seja um Multiplicador de Conhecimento.

1905 – Começo do Avivamento da Rua Azusa.

Em 1905, William J. Seymour, 43 anos, filho de ex-escravos, foi um estudante do notório pregador pentecostal Charles Parham e pastor interino de uma pequena igreja de santidade em Houston, Texas. Neely Terry, uma mulher afroamericana que participou de uma pequena igreja liderada por Julia Hutchins em Los Angeles, fez uma viagem para visitar alguns familiares em Houston ao final de 1905.

Estando em Houston, ela visitou a igreja de Seymour, onde ele pregou que a evidência do batismo no Espírito Santo era o falar em línguas, embora ele mesmo não houvesse experimentado essa experiência. Terry ficou impressionada com o seu caráter e mensagem.

De volta em sua casa na Califórnia, Terry sugeriu que Seymour fosse convidado para falar na igreja local. Seymour recebeu e aceitou o convite em fevereiro de 1906, ele recebeu ajuda financeira e a bênção de Parham por sua visita prevista em um mês.

Seymour chegou a Los Angeles em 22 de fevereiro de 1906, e por dois dias pregou na igreja de Julia Hutchins na esquina da rua Nona com avenida Santa fé.Durante seu primeiro sermão, ele pregou que falar em línguas era a evidência bíblica do batismo no Espírito Santo. No domingo seguinte, 4 de março, ele voltou a igreja e soube que Hutchins fechara a porta com um cadeado.

Os anciãos da igreja não aceitaram o ensinamento de Seymour, principalmente porque ele não havia experimentado nenhuma bênção de que estava pregando. A condenação de sua mensagem também veio da Associação da Igreja de Santidade do Sul da Califórnia, com a qual a igreja estava filiada.

Entretanto, nem todos os membros da igreja de Hutchins rejeitaram o ensinamento de Seymour. Ele foi convidado para se hospedar na casa de um membro da congregação, Edward S. Lee, e ali ele começou a fazer estudos bíblicos e reuniões de oração.

Onde aconteciam as reuniões de oração?

As reuniões acontecem em um prédio decadente da rua Azusa, e os devotos de doutrinas estranhas praticam os ritos mais fanáticos, pregam as mais extravagantes teorias e se colocam em um estado de louca euforia quando se entregam ao fervor pessoal.

A publicidade negativa realmente ajudou a trazer mais pessoas. Alguma coisa sobrenatural acontecia naquele prédio antigo.

William J. Seymour, pregador batista negro, recém-chegado de Houston, chamava os crentes a dar um passo a mais. Na verdade, dois passos: ele queria que eles se “santificassem” e que fossem “batizados no Espírito Santo”. O batismo, dizia ele, seria acompanhado pelo falar em línguas.
Houve outras irrupções do falar em línguas ao redor dos E.U.A e da Europa nos anos anteriores, mas o acontecimento da rua Azusa foi a grande explosão.

As reuniões continuaram naquele “prédio decadente” por vários anos. Muitas pessoas viajaram para lá simplesmente para ver o que estava acontecendo.

O mundo estava pronto para o avivamento. O final do século XIX assistiu à grande revolução industrial. As pessoas se tornavam engrenagens da máquina social. A lacuna entre os ricos e os pobres aumentava.

Infelizmente, a igreja, com frequência, pendia mais para os ricos. Até mesmo grupos “comuns” e tradicionais, como os batistas e os metodistas, enfatizavam mais os bens materiais do que a energia espiritual.

Graças aos precursores avivalistas, como Finney e Moody, as igrejas estavam cheias. Porém, muitos que professavam o cristianismo ainda careciam de alguma coisa.

O movimento Holiness [Santidade] foi o primeiro passo na direção do avivamento. Essas agitações, especialmente na Igreja Metodista, buscavam uma “segunda bênção” de Deus, na qual os crentes seriam “santificados” para viver uma vida santa. Os ensinamentos de Keswick também tiveram seu impacto, tanto na Europa quanto nos E.U.A.

Criados nas convenções anuais de Keswick, na Grã-Bretanha, os mestres de Keswick imploravam aos cristãos: “Caminhem no poder da ressurreição de Cristo; Deixe Cristo reinar em sua alma”. Não aconteceu nada muito radical ali, a não ser a vontade de uma experiência cristã mais plena, para utilizar a linguagem que os pentecostais usariam mais tarde.

Pensamentos contrários que mudaram a história.

Outra corrente de pensamento que apressou o surgimento do incipiente movimento pentecostal foi o pré-milenarismo, popularizado por J. N. Darby e a Irmandade de Plymouth.

A virada do século fez com que as posições pré-milenaristas e pós-milenaristas ficassem conhecidas. Muitos começaram a propagar a ideia de um “século cristão”, no qual a igreja e a tecnologia prenunciariam o Reino de Deus.

Os pré-milenaristas, no entanto, afirmavam que o fim dos tempos estava próximo, pois seria caracterizado, como era profetizado, pelo irromper de uma atividade espiritual.

É possível encontrar base para o movimento pentecostal em 1896. William F. Bryant liderou o avivamento no condado de Cherokee, na Carolina do Norte, que incluía o falar em línguas.

Como essas manifestações continuaram, as pessoas foram expulsas das igrejas, edifícios religiosos foram queimados e o próprio Bryant foi atingido por um tiro. Falar em línguas não era uma atividade popular no condado de Cherokee.

 

Quer receber estudos Vips primeiro que todo mundo? Preencha o campo abaixo e seja um Multiplicador de Conhecimento.

Avivamento de Gales e a Rua Azusa fundamentam o pentecostes contemporâneo.

O avivamento no País de Gales, entre 1904 e 1906, teve, certamente, impacto no clima religioso de sua época. Evan Roberts, ex-mineiro, viajou por todo o país de Gales e, mais tarde, pelo mundo, proclamando o ministério do grande avivamento do Espírito.

O falar em línguas não era enfatizado de maneira específica, mas sim o poder espiritual. Um pequeno grupo de pastores da área de Los Angeles visitou o País de Gales e tentou trazer o avivamento para suas igrejas, mas obtiveram sucesso limitado. Contudo, as sementes da restauração estavam sendo lançadas em Los Angeles.

Se preferir, você pode observar o movimento de restauração da virada do século XIX que apelava para um retorno aos dons e às práticas da igreja apostólica, especialmente o dom de cura.

John Alexander Dowie afirmava que era Elias, o restaurador, e estabeleceu uma comunidade cristã (que mais tarde se tornou a cidade de Zion [Sião], no Estado de Illinois). No Estado do Maine, Franck Sandford também afirmava ser Elias, o restaurador, que viera estabelecer uma comunidade em Shiloh [Silo].

Em 1900, Charles Fox Parham passou cerca de seis semanas em Shiloh. Ele era um pregador metodista da linha Holiness, do Kansas, que procurava a “fé apostólica”.

Ele e sua esposa fundaram uma “casa de cura” em Topeka, onde as pessoas poderiam permanecer gratuitamente enquanto oravam por sua cura. Em Shiloh, Parham ficou impressionado com a escola bíblica fundada por Sandford, O Espírito Santo e Nós, cuja abordagem era claramente antiacadêmica.

A Bíblia era o único texto usado, e o único professor era o Espírito Santo. Parham fundou uma escola similar, quando voltou para sua casa. Cerca de quarenta estudantes se matricularam.

Em dezembro daquele ano, Parham pediu a seus alunos que procurassem nas Escrituras, para ver se havia algum sinal que supostamente indicaria a existência do batismo no Espírito Santo.

Quando se reuniram no culto de vigília do Ano-Novo, eles já tinham a resposta: o batismo no Espírito Santo seria manifestado pelo dom de línguas.

Agnes Ozman orou para receber o Espírito Santo e “a glória caiu sobre ela”, como disse Parham. “Um halo parecia cercar sua cabeça e seu rosto, e ela começou a falar o idioma chinês. Ela não foi capaz de falar inglês por três dias.” No mês seguinte, a maioria dos alunos teve experiência similar.

Os esforços de Parham para espalhar esse avivamento para as cidades de Kansas City e Lawrence fracassaram. As igrejas se opuseram, e os jornais zombaram desse fato. Em 1903, uma mulher do Texas foi curada depois de uma oração de Parham, o que levou a convidá-lo a promover um avivamento na cidade de Galena, no Texas.

Esse empreendimento foi bem-sucedido. Em 1905, essas reuniões “pentecostais” ou do “evangelho pleno” aconteciam no Missouri, no Kansas e no Texas, e eram frequentadas por cerca de 25 mil pessoas.

Depois da campanha de Houston, em 1905, Parham fundou outra escola bíblica ali. Um dos alunos mais promissores foi William J. Seymour. Uma mulher de Los Angeles visitou a escola de Houston e teve uma experiência de batismo no Espírito Santo.

Quando retornou para sua casa, ela insistiu em que a congregação do Nazareno convidasse Seymour para ser pastor auxiliar daquela comunidade.

Ironicamente, a igreja que trouxera o avivamento pentecostal para Los Angeles não queria ter participação alguma nesse avivamento. A ênfase que Seymour dava ao ato de falar em línguas ofendeu alguns membros, e ele ficou proibido de participar da igreja. Por fim, ele começou a realizar cultos na casa de alguns amigos.

Os cultos duraram três dias e três noites, atraindo muito mais pessoas do que a casa comportava. As pessoas se organizaram para mudar para um prédio na rua Azusa, ocupado anteriormente por uma Igreja Metodista. Ali, sentadas (e em pé!) nos bancos de tábua, entre materiais de construção, as pessoas continuaram seu culto de adoração cheias do Espírito. A igreja passou a se chamar Missão Evangélica da Fé Apostólica.

Mesmo Espírito mais movimento diversificado.

Todas as linhas da renovação espiritual pareciam convergir para esse prédio. Ele foi a Meca pentecostal. Por vários anos, serviu como centro de um movimento pentecostal crescente. As pessoas visitavam o local e tentavam levar de volta para suas casas o que encontravam ali.

A despeito desse foco geográfico, o movimento pentecostal foi extremamente diversificado. Havia um grande número de líderes carismáticos, incluindo Seymour e Parham, que reuniam seguidores, bem como disputavam uns com os outros.

O movimento também foi intencionalmente desvinculado de organização e de denominações, pois se preocupava apenas em seguir a orientação do Espírito. Isso pode explicar a abundância de pequenas denominações pentecostais que existem hoje.

A Assembléia de Deus, a maior denominação pentecostal hoje em dia, começou como uma tentativa de alcançar alguma coesão — assim como alguma regulamentação — dentro do movimento. Havia muitas acusações de conduta inadequada nas áreas financeira e sexual por parte dos principais pregadores. Havia também várias disputas doutrinárias.

Um grupo de pentecostais do sul dos E.U.A., liderado por Eudorus N. Bell, passou a se autodenominar Fé Apostólica e começou a buscar união dentro do movimento. A medida que outras pessoas se juntaram a eles, o nome mudou para Igreja de Deus em Cristo.

A história começa demonstrar uma estrutura pentecostal.

Em 1913, essa igreja era composta por 352 ministros em uma associação bastante livre, sem qualquer autoridade que os unisse. Em abril de 1914, o grupo convocou todos os pentecostais para uma reunião em Hot Springs, no Arkansas.

O propósito era: união, estabilidade, credibilidade do movimento e criação de um programa de missões e de institutos bíblicos. Foi assim que nasceu a denominação chamada Assembléia de Deus.

Apesar de as questões pentecostais se tornaram a razão pela qual houve divisão de muitas igrejas não pentecostais, o pentecostalismo provavelmente foi a arma mais poderosa do cristianismo no século XX.

Sua ênfase em missões e no evangelismo resultou em um crescimento fenomenal do movimento, tanto nos E.U.A quanto por todo o mundo.

Bibliografia:

  1. Kenneth Curtis
  2. Stephen Lang
  3. Randy Petersen
  4. Wikpedia

Quer receber estudos Vips primeiro que todo mundo? Preencha o campo abaixo e seja um Multiplicador de Conhecimento.