Da série filmes: Apocalipse e Ragnarok.

Há tempos quero escrever algumas crônicas sobre os filmes que temos visto e vividos nos últimos anos e toda a gama de historicidade bíblica contida em cada uma deles. É de salientar que a cada dia que passa Hollywood têm mostrado escancaradamente histórias pagãs ou religiosas que contemplam a Bíblia Sagrada e nos faz vermos como o mundo conhece e ao mesmo tempo desconhece os fatos descritos nas Escrituras Sagradas.

Permita-me “atrapalhar” sua leitura apenas por alguns segundos:  você quer realmente aprender a Bíblia de capa a capa, de Gênesis a Apocalipse, capítulo por capítulo? Que tal você experimentar  aprender comigo, através do Panorama Bíblico, ai no conforto de seu lar, com linguagem simples, de seu computador, tablet ou celular? Se gostou da ideia CLIQUE AQUI e veja como funciona!!!

Poderia começar com uma analogia a inúmeros filmes, mas hoje escreverei e farei esse paralelo com um filme que acaba de ser lançado.

 

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ENTENDENDO A HISTÓRIA.

Motivado pelo grande sucesso do filme, o pastor Grag Stier, que é envolvido com o trabalho com jovens nos Estados Unidos, relacionou várias características do filme e as comparou com princípios cristãos, desta forma ele elaborou uma lista com 10 lições extraídas do filme e embasadas através de textos bíblicos.

Segundo o pastor Stier, as lições podem ser aplicadas na igreja, pelos jovens ou por qualquer cristão, confira a lista do pastor:

 

É difícil fazer com que eles lutem juntos, mas quando decidem fazê-lo, as pessoas são salvas (Filipenses 1:27).

Eles prosperam na diversidade (Gálatas 3:28).

Bruce Banner (o Hulk) tem um grande “poder interior” que pode usar a qualquer momento (Efésios 6:10).

O Homem de Ferro tem uma armadura impenetrável e sabe bem como usá-la (Efésios 6:13).

O Capitão América tem um poderoso escudo e sabe usá-lo (Efésios 6:15).

Thor empunha uma arma que destrói o inimigo (Efésios 6:17).

Hulk não se curva diante de outros deuses (Êxodo 20:3).

Eles não têm um plano de ataque. Eles só têm um plano… ATAQUE! (Tiago 1:22).

Seu líder tem cicatrizes (Isaías 53:3-6).

Eles estão unidos por uma causa comum (Mateus 28:18-20).

 

FILME THOR.


Thor era um deus pagão nórdico do trovão, filho do deus Odin (deus supremo de Asgard) e Jord (deusa de Midgard) e pertencente ao clã dos deuses Æsir [1]. Thor usava como arma o martelo Mjolnir e tinha o cinto Megingjord, que lhe conferia muita força. Ele está associado aos trovões, relâmpagos, tempestades, árvores de carvalho, força e proteção da humanidade. [2]

 

Ele se casou duas vezes: a primeira com a gigante Járnsaxa, que lhe deu um filho chamado Magni (força). Outro filho de nome Modi (“coragem”) é também atestado nas fontes antigas, mas sem referir o nome da mãe [3].

 

E o segundo casamento, que foi muito mais importante no mito do deus Thor, foi com Sif, a bela dama dos cabelos tão louros como o ouro. Com ela teve uma filha: Thrud.

 

O filme “Thor” mostra que, como Jesus, Thor deixou o reino celestial de seu pai e veio para a Terra na semelhança de um homem. Ele tinha que se vestir de humildade e ser bom para a raça humana. Depois que ele aprendeu a lição, ele salvou a humanidade das forças do mal e foi capaz de retornar de onde veio.

 

No entanto, há diferenças entre eles: Jesus humildemente consentiu por sua própria vontade vir à Terra morrer pelos pecados da humanidade para que todo aquele que Nele crê seja salvo (João 3:16-18; 10:18; 1 João 2:2) e se tornou servo dos homens (Mateus 20:26-28; Marcos 10:43-45).

 

Mas Thor foi expulso por causa de seu orgulho. Jesus é o Deus Criador de todas as coisas, completo e imutável, que não precisava aprender uma lição. Mas Thor era apenas o deus do trovão e precisava aprender a ser humilde. Enquanto Jesus é uma pessoa real, Thor é apenas uma figura mitológica.

 

Há uma lição importante a aprender com as histórias de Thor e Jesus: O orgulho traz humilhação, mas a humildade traz exaltação (cf. Mateus 23:12; Lucas 14:11). Humilhemo-nos, pois, diante de Deus para que Ele possa nos tratar graciosamente, porque “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (Tiago 4:6).

 

A encarnação de Jesus Cristo é a mais linda, profunda e significativa história de todos os tempos, afinal, trata-se da saga do Deus que Se fez homem para revelar o caráter da Divindade e para morrer em lugar da humanidade devedora, saldando definitivamente essa dívida chamada pecado – história anunciada séculos antes nas profecias messiânicas das Escrituras Hebraicas.

 

E quanto mais for estudado, mais facetas serão reveladas dessa verdade tremenda. É curioso notar que muitas culturas antigas guardam resquícios dessa história, embora com alguns acréscimos, modificações e (muitas) distorções.

 

Por vários motivos (históricos, arqueológicos, científicos, de fé, etc.), creio que a Bíblia preserva a história verdadeira, com cores vivas, porém, sem os elementos míticos e até absurdos típicos de outras culturas, nas quais há mistura de paganismo, misticismo, crendices e geralmente lendas passadas de pai para filho, segundo a tradição oral.

 

Uma dessas mitologias, que possivelmente reflita elementos do relato da redenção segundo a Bíblia, é a história do deus do trovão Thor e do reino de Asgard, encontrada na cultura nórdica e popularizada recentemente em filme adaptado dos quadrinhos da Marvel. Thor é filho do “pai de todos”, o deus Odin. O irmão de Thor se chama Loki (na mitologia, Loki é um personagem de origem obscura) e tem inveja do deus do trovão, já que este é que está sendo preparado para ocupar o trono do pai. Loki pode ser considerado um deus dos enganos, pois se vale de artimanhas e ilusionismo para alcançar seus objetivos.

 

Ocorre que Thor (pelo menos o do filme) se mostra despreparado para o trono. É arrogante e impetuoso. Quando quase envolve Asgard numa guerra sangrenta com os gigantes do gelo, Thor é banido por Odin, sendo enviado sem poderes para a Terra, onde aprende a se sacrificar pelos outros, adquirindo a dignidade necessária para voltar a empunhar seu martelo mágico Mjolnir e a receber de volta seus poderes de deus.

 

A despeito das divergências entre as histórias bíblica e nórdica, as semelhanças saltam à vista. Loki passa a odiar o irmão e inicia uma rebelião, traindo Odin. Thor é enviado à Terra sem poderes e volta para Asgard, depois de cumprir sua missão aqui. No fim dos tempos, Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Durante essa batalha, Thor matará e será morto pela cria de Loki, Jörmungandr, uma serpente tão grande que envolve a Terra.

 

Segundo o filme, muito tempo atrás, os asgardianos vieram à Terra libertá-la dos ataques dos gigantes do gelo. Por isso os nórdicos passaram a considerar essa raça poderosa como deuses (numa sugestão de que, na verdade, o povo de Asgard seria extraterrestre, como tanto interesse a Hollywood atualmente).

 

Para mim, duas conclusões são possíveis, levando-se em conta as semelhanças e diferenças entre as histórias: (1) a história verdadeira da rebelião no Céu entre Lúcifer e o filho de Deus, Jesus (ou Miguel), encontra eco em diversas culturas, assim como ocorre também com os relatos da criação e do dilúvio; no entanto, à semelhança do que acontece na brincadeira do telefone sem fio, a transmissão desse relato de geração para geração e de povo para povo acabou promovendo distorções e incorporando acréscimos, processo típico da mitologização de histórias; (2) o inimigo de Deus tem grande interesse em disseminar mitologias que se assemelhem ao relato bíblico, pois, assim, leva as pessoas a considerar o relato escriturístico (preservado em papel e tinta numa língua sempre conhecida e inalterada) também um mito.

 

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NOVO FILME DA SÉRIE: THOR RAGNAROK – O APOCALIPSE DA MITOLOGIA NÓRDICA.

 

O filme Thor: Ragnarok estreou nos cinemas brasileiros e a recepção por parte do público e crítica especializada já é muito boa. Mas nesse caso, iremos falar de outro assunto: afinal de contas, o que é esse tal do Ragnarok, que está presente no título do longa?

 

Entenda mais a respeito do assunto abaixo:

 

Origem

Se você já quer uma resposta rápida e objetiva, o Ragnarok se trata do fim dos tempos na mitologia nórdica, que surgiu a partir da cultura religiosa dos povos escandinavos, que habitam a Noruega, Suécia e Dinamarca.

 

O evento seria uma grande batalha que resultaria na morte de diversos deuses (como Odin, Thor e Loki), que seria seguida de diversas catástrofes naturais que marcariam o fim da humanidade.

 

O Ragnarok ganhou muita força após o período de cristianização dos povos nórdicos, e seus mitos e crenças também se popularizaram no norte da Alemanha e a Islândia, devido a um intercâmbio cultural e religioso.

 

A primeira menção a respeito do Ragnarok aconteceu durante o século XIII, nos poemas nórdicos conhecidos como Eddas.

 

Essas obras foram responsáveis por influenciar diversas produções culturais no ocidente, como os próprios quadrinhos da Marvel, bem como as composições musicais do alemão Richard Wagner, no final do século XIX, que foram responsáveis por ajudar na popularização do termo em outras culturas.

 

O que acontece no Ragnarok?

Antes de explicarmos o que é, exatamente, o Ragnarok, é preciso falar um pouco mais sobre a tradição religiosa dos povos nórdicos: segundo ela, existem nove diferentes mundos, os chamados Nove Reinos (como são citados no filme do herói).

 

Enquanto que os seres humanos viviam em Midgard (o nome da Terra, que significa “Terra do Meio”), os deuses guerreiros habitavam em Asgard, considerado o principal dos nove reinos. Enquanto isso, outras criaturas e monstros moravam nos demais mundos.

 

O Ragnarok começou após uma série de mudanças climáticas que resultaram em um inverno sem fim (parece muito com a série Game of Thrones, não é mesmo), o que causou uma série de cataclismas, guerras e libertação de monstros e criaturas que foram presas pelos deuses.

 

Ilustração de Thor liderando seu exército durante o Ragnarok

Ilustração de Thor liderando seu exército durante o Ragnarok

Tudo tem início com Loki, o Deus da Trapaça, após decidir liderar um exército de criaturas que desejam ver o fim de Deuses e homens. Para ajudá-lo, conta com a presença de dois filhos seus: Fenrir, um enorme lobo, e Jormungandr, uma serpente gigante.

 

Para impedí-lo, Odin, que é o principal dos Deuses nórdicos, reúne diversos guerreiros para interromper o plano de Loki, e conta com a ajuda de seu filho Thor, Deus da Força e dos Trovões.

 

Nem seria preciso dizer que a luta entre essas duas forças é sangrenta e cheia de perdas para os dois lados. Thor consegue derrotar Jormungandr, mas também morre devido ao veneno da serpente. Já Odin é morto pelo Fenrir, que é posteriormente eliminado por Vidar, o Deus da Vingança. Loki aproveita seus últimos momentos de vida para se vangloriar do que fez e decretar o fim de deuses e seres humanos.

 

Só que para a surpresa do Deus da Trapaça, Heimdall, o guardião da ponte que liga Asgard, Midgard e os outros mundos, revela que aquela batalha não foi o apocalipse final, mas sim, o renascimento de outra realidade. O motivo é que dois humanos se esconderam dentro do tronco da chamada “Árvore do Mundo”, e serão os responsáveis por repovoar a civilização humana.

 

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INFLUÊNCIA RELIGIOSA OU PAGÃ?

Até hoje, não existe um consenso sobre as influências culturais e externas a respeito dos textos que citam e descrevem o Ragnarok.

 

Existem diversas teorias sobre o assunto: uma afirma que seria de origem pagã, por se inspirar em tantas catástrofes naturais. Já outras dizem que pode ter influências da mitologia greco-romana ou da própria religião crista.

 

E uma ideia que também é bem aceita é que pode ser uma mistura de tudo, compreendendo o período entre o surgimento mitologia grega e o final do apocalipse cristão.

 

Os eventos do Ragnarok são muito associados com o livro do Apocalipse, o último da BÍblIa e que foi escrito pelo apóstolo João. Essa história de uma batalha final liderada pelos deuses contra criaturas das trevas possui diversas semelhanças com as revelações, na Bíblia, do início de um novo ciclo. Outra questão é que esse fim da “Era dos Deuses” e início da “Era dos Humanos” representaria uma vitória do cristianismo sobre o paganismo.

 

Outras ideias que também circulam a respeito do tema é que o Ragnarok teria influências de religiões dos povos indo-europeus (que se originaram na Ásia Central), e o filólogo francês Georges Dumezil chegou até mesmo a ver semelhanças entre o Ragnarok e o épico Mahabharata, de origem hindu.

 

 

Bibliografia :

[1] CyberSamurai.net Thor ver letra ‘T’.

[2] MAGNUSSON, Thomas; et al. (2004). «Tor». Vad varje svensk bör veta (em sueco). Estocolmo: Albert Bonniers Förlag e Publisher Produktion AB, p. 424 e 654.

[3] Magni. Cyber Samurai. Consultado em 30 de Junho de 2012.

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