Da série filmes: A bíblia e as Crônicas de Nárnia.

Ao escrever sobre os filmes e seus paralelos com a Bíblia, não quero julgar e muito menos fazer uma propaganda aos autores ou a indústria cinematográfica, quero apenas demonstrar o conhecimento teológico contigo nos relatos pelas visões subliminares contidas há tempos no ímpeto do ser humano a buscar seu criador. Não apenas As Crônicas de Nárnia nos trazem paralelos, assim como inúmeros filmes.

Permita-me “atrapalhar” sua leitura apenas por alguns segundos:  você quer realmente aprender a Bíblia de capa a capa, de Gênesis a Apocalipse, capítulo por capítulo? Que tal você experimentar  aprender comigo, através do Panorama Bíblico, ai no conforto de seu lar, com linguagem simples, de seu computador, tablet ou celular? Se gostou da ideia CLIQUE AQUI e veja como funciona!!!

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AS CRÔNICAS DE NÁRNIA – É uma série composta por sete livros de fantasia, escritos por C. S. Lewis. A obra mescla elementos de mitologia nórdica e grega com temas cristãos e contos de fadas. As histórias das crônicas se passam no mundo fantástico de Nárnia, onde existe magia, animais falam e há guerras entre seres do bem e do mal. As sete histórias são (em ordem cronológica, não de publicação): O Sobrinho do Mago, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian, A Viagem do Peregrino da Alvorada, A Cadeira de Prata, O Cavalo e seu Menino e A Última Batalha.

 

O AUTOR.

Clive Staples Lewis, mais conhecido como C. S. Lewis foi um britânico, professor universitário, escritor, crítico literário. Lewis, foi ateu, fascinado pela fantasia, ocultismo e ficção, mas tornou-se cristão e escritor de diversos clássicos da teologia britânica do século XX.

 

Em outras palavras, C.S. Lewis era cristão, mas, durante toda sua vida ele fora um ateu convicto e durante esse tempo, ele se interessou bastante sobre a cultura nórdica e grega. Clive Staples Lewis, mais conhecido como C.S. Lewis (Belfast, 29 de novembro de 1898— Oxford, 22 de novembro de 1963), foi um professor universitário, teólogo anglicano, poeta e escritor britânico, nascido na Irlanda, atual Irlanda do Norte. Se destacou pelo seu trabalho académico sobre literatura medieval e pela apologética cristã que desenvolveu através de várias obras e palestras. Clive era descrito durante a infância como uma “criança sonhadora”.

 

É dele a autoria de As Crônicas de Nárnia, das décadas de 40 e 50. Esta série é considerada um clássico da literatura infantil, tendo vendido mais de 120 milhões de cópias em 41 idiomas. Foi adaptada, inteiramente ou parcialmente, diversas vezes para rádio, televisão, teatro e cinema.
Os livros contêm temas baseados no cristianismo, mas também fazem uso da mitologia grega e nórdica, bem como dos tradicionais contos de fadas.

 

As Crônicas de Nárnia, do escritor C.S Lewis, o qual é muito indicado no meio Cristão reformado, e eu tanto reitero a indicação, que vim escrever um pouco da presença das Escrituras em Nárnia e como esta leitura pode nos beneficiar tanto intelectualmente como espiritualmente.

 

Antes de entrar no conteúdo do texto, quero deixar claro algumas coisas: Nárnia não deve ser lido nem considerado como uma obra de teologia, ali não é a Palavra de Deus. Afinal a “magia” não é o meio pelo qual devemos recorrer para nos encontrarmos com Deus, nem ao vermos uma imagem de um leão devemos considerar Deus ali, não é isso que Deuteronômio 18:9-13 e Êxodo 20:4,5.

 

A analogia das “As Crônicas de Nárnia” com a vida cristã é notável! Certamente, C.S. Lewis, que foi um grande apologista cristão, como se pode notar em obras como “Mero Cristianismo”, tinha a intenção evidente de passar a mensagem bíblica aos seus leitores.

 

A referência aos seres humanos como “filhos de Eva” explicita essa relação entre Nárnia e a Bíblia. No filme da Disney também aparece esse simbolismo. As comparações que serão apresentadas aqui servem como convite para que outros espectadores procurem mais analogias e simbolismos.

 

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O CRISTIANISMO DE NÁRNIA

  1. O Sobrinho do Mago:São claros os paralelos traçados com o livro bíblico de Gênesis, pois temas como a criação, o pecado original, o fruto proibido e a tentação, ficam claros no enredo da história.

 

  1. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupas:Uma carta escrita pelo próprio autor indica que Lewis quis representar Jesus Cristo de forma figurada com o leão Aslam. Nela, Lewis afirma que “toda a história de Nárnia se refere a Cristo“.

     2.1. O leão: Aslam significa leão (Jesus é chamado de Leão da Tribo de Judá- AP 5.5); está presente do início ao fim da história; foi o autor da criação do mundo de Nárnia e dá a sua vida em lugar de outra pessoa culpada por traição, assumindo a sua condenação, morrendo em seu lugar, porém é ressuscitado. Além disso, é intrigante a passagem em que Aslam diz: “Também sou conhecido no seu mundo, mas por outro nome“.

2.2. A Feiticeira: Simboliza as trevas disfarçadas de luz, o mal da maneira que ele quer ser visto. A perseguição da feiticeira contra os seres humanos em Nárnia simboliza a perseguição do mundo contra os cristãos. O ódio que ela possuía contra os seres humanos simboliza o ódio infernal do diabo.

2.3. O Guarda-roupas: Simboliza o mundo espiritual. Nárnia é enorme, mas cabe dentro do armário naquele quarto abandonado. O Céu é ilimitado, mas parece poder ser contido, de alguma maneira, nas almas dos santos.

  1. O Cavalo e seu Menino:A história deste livro remete de forma sutil a história bíblica de Moisés. Tanto Shasta quanto Moisés foram encontrados na água e criados por pessoas que não foram seus pais, e trouxeram grande libertação aos seus compatriotas quando cresceram: Moisés aos hebreus, e Shasta aos arquelandeses.

 

  1. Príncipe Caspian:Um dos temas abordados neste livro é o abandono da fé cristã, partindo para outras verdades (apostasia) através dos telmarinos. Outro tema abordado é a manutenção da fé em um Deus que é invisível, pois ninguém em Nárnia vê mais o Aslam, e as crianças (exceto Lúcia) inicialmente também não conseguem ver Aslam, quando ele faz a sua primeira aparição, mas conseguem vê-lo depois que passam a acreditar que Lúcia o está vendo.

 

  1. A Viagem do Peregrino da Alvorada:Uma das referências cristãs é a transformação no caráter de Eustáquio. Esta transformação é selada num cerimonial de batismo em que Aslam pede que Eustáquio deixe a pele de dragão para trás, representando o nascimento de uma nova criatura.

 

  1. A Cadeira de Prata:Esse livro guarda uma semelhança com a parábola do semeador, contada por Jesus e relatado em Marcos 4.3-20. Jill encontra Aslam logo na sua chegada em Nárnia, e ele a faz guardar para si alguns objetivos a serem cumpridos durante sua jornada, os quais ela acaba por não cumprir por esquecimento, com exceção do último.

 

  1. A Última Batalha:A Última Batalha aparece para finalizar o conjunto de paralelos bíblicos presentes em toda a série, culminando na relação com o Apocalipse, mostrando a destruição de Nárnia e a revelação da Verdadeira Nárnia, onde todos passariam a eternidade.

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O OCULTISMO DE NÁRNIA.

Qual o significado da palavra Nárnia? Não se sabe ao certo seu significado, mas em quênia, língua criada por Tolkin (O Senhor dos Anéis), amigo de C. S. Lewis, “Narn-îa”, significa algo como “profundeza dos contos”.

 

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos ENGANADORES e a DOUTRINA DE DEMÔNIOS; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; Mas REJEITA AS FÁBULAS profanas e de velhas, e exercita-te a ti mesmo em piedade;” 1 Timóteo 4:1,2,7

 

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E QUE COMUNHÃO TEM A LUZ COM AS TREVAS?” 2 Coríntios 6:14

 

A história de Nárnia é alegórica, mas repleta de mitologia pagã também, elfos, duendes, fadas, etc; eram adorados como deuses pelos povos originários e estão diretamente associados aos demônios. A Bíblia é clara nos textos citados acima: não deve haver mistura entre luz e trevas. Nárnia acaba sendo uma grande mistura de cristianismo, mitologia pagã, magia e ocultismo. Vejamos os fatos:

 

  1. Personagens:Muitos dos personagens desta série de livros são deuses e/ou demônios da mitologia pagã, destacamos:

1.1. Aslan: é o deus-leão, na mitologia pagã o leão representa o sol. Na Bíblia o deus-sol se chama Baal. O acampamento de Aslan é rodeado por toda forma de seres mitológicos e símbolos do sol em cima dos estandartes. Entre as frases ditas por Aslan a Pedro uma chama a atenção: “Existe uma magia profunda, mais forte do que todos nós que governamos Nárnia.” Ora o Rei Aslan, não seria uma prefiguração de Jesus, então como existe uma magia mais forte do que ele? Assista:

A ressurreição de Aslan também é algo singular. A mesa de pedra, local do sacrifício, fica no centro de um Stonehenge. O Stonehenge é o maior altar satânico sobre a terra. Ao contrário da cruz, Aslan é sacrificado num ritual de magia negra numa mesa satânica no Stonehenge. Ao contrario da lança é usado um punhal, típico em rituais satânicos. Assim como Jesus, Aslan sofre uma série de humilhações, mas ao terceiro dia Jesus ressuscitou, Aslan ressuscita no dia seguinte, graças a magia profunda de Nárnia. O reino de Aslan fica ao norte, lugar onde o diabo deseja se assentar (Isaías 14.13)

 

    1.2. A Feiticeira Branca: O Mal geralmente é retratado pelas trevas (preto) e não pelo branco, assim uma confusão de símbolos se instalada em todo o filme. Parece ser uma coisa, mas na realidade é outra. A feiticeira representa o mal da maneira como ele quer ser visto, atraente, belo, com aparência de bem, mas na verdade é exatamente o oposto. [“E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjos de luz.” 2 Coríntios 11.14] Repare que no momento do sacrifício de Aslan ela não está mais branca!

 

 

     1.3. Sr. Tumnus: É um fauno ou sátiro (ser mitológico metade homem, metade bode). É o primeiro ser que a pequena Lúcia encontra após atravessar o portal. A Bíblia fala sobre eles (Isaías 13:21;34:14 e Levítico 17:7). A Bíblia também fala sobre um demônio / deus pagão chamado Tammuz (Ezequiel 8.14), um deus sumeriano da fertilidade, do mundo inferior e dos rituais do ciclo de morte e renascimento da vegetação. A sensualidade que envolve o sátiro Sr. Tumnus e a menina Lúcia fica evidenciada em cada encontro que se tem. Ele a leva para sua casa, trancar a porta e lhe dar uma droga para beber, pode a críticos olhos ser oficialmente visto como uma obra de pedofilia.

 

A lareira do fauno se transforma em algum tipo de ritual no fogo, enquanto ele, ao som de sua flauta mágica, encanta a pequena, que desmaia indefesa. Tudo termina com o rugido do leão. Assista:

 

     1.4. Papai Noel de Nárnia (Saint German): Neste filme aparentemente Cristão é inserido agora o maior concorrente de Jesus na atualidade: O Papai Noel, também conhecido como São Nicolau, Santa Claus e Saint German em alguns pontos do mundo. O Sr. Noel do filme traz as quatro crianças, presentes nada convencionais.

 

À pequena Lucia ele dá um poção mágica para curar qualquer doença (não se precisa mais do poder curativo do Salvador) e uma adaga (para quê? Se a poção dá vida, pra que uma adaga que gera morte?); À Susan ele dá um arco com flechas, dizendo que ela depositasse sua fé no arco; À Pedro ele dá uma espada e um escudo, pedindo que fosse usado bem e com sabedoria. Todos os “brinquedos” possuem a esfinge de Aslan (o Leão). Assista:

 

 

  1. Curiosidades em geral:

2.1. A Batalha Final: Seres mitológicos, seres viventes, fênix, sereias e bestas como as relatadas em Daniel 7 são abundantes. A batalha se trava e no fim o “bem vence o mal” e Aslan devora a feiticeira branca. Se voltarmos os olhos para as Escrituras, veremos que Jesus não devorará o diabo, mas sim o lançará no lago de fogo e enxofre pelos séculos dos séculos. Observe o texto: “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém que possa devorar.” 1 Pedro 5.8.

2.2. O Sátiro, Lúcia e o Leão: Lembra da cena da lareira na casa do Sátiro que enfeitiçava a menina Lúcia? Qual será o Leão que aparece na Lareira? O da Tribo de Judá ou o nosso adversário prestes a devorá-la?

 

2.3. A Coroação: A câmera vai se aproximando do castelo. Repare nos vitrais quando a trombeta é soada. Verá que há uma estrela de seis pontas dentro de um círculo na parede. Não se engane, esta não é a Estrela de Davi, a Estrela de Davi tem seis pontas, mas não tem um círculo, esta é uma estrela satânica. A cena da coroação termina com um diálogo e a trocas de carinho entre o par romântico do roteiro: uma criança e um demônio da depravação sexual (um sátiro ou fauno).

 

Ao longo dos livros de Nárnia, Lewis escreve sobre dríades, ninfas, sátiros, faunos e etc. Além da Bíblia que descreve esses seres como demônios, o Manual de Cromwell* – Classical Mythology, também os classifica como demônios.

 

*Aleister Crowley: Um dos mais influentes ocultistas, responsável pela fundação da doutrina Thelema. Por causa disso, ele ganhou larga notoriedade em sua vida, e foi declarado pela imprensa como “O homem mais perverso do mundo.” Além de suas atividades esotéricas, ele era também mago.

Repare nos símbolos da imagem: o olho que tudo vê sobre a cabeça, a estrela de cinco pontas dentro do círculo (estrela satânica) na capa do livro.

 

PARALELOS COM A HISTÓRIA BÍBLICA.

1 Diversas são as passagens em livros das Crônicas de Nárnia em que podemos claramente enxergar semelhanças com algumas passagens bíblicas. O sacrifício na mesa de pedra no livro O leão, a feiticeira e o guarda roupa, em que Aslam, o leão, se entregou por amor nas mãos de seus inimigos para ser morto no lugar de Edmundo, o filho de Adão, que o traiu e agora Aslam deveria ser morto para redimi-lo.

 

Pelo que vemos há uma semelhança incrível com o sacrifício de Cristo “no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segunda a riqueza da sua graça” Efésios 1:7. Recordo-me também de uma pregação do Pr Heber Campos Jr. na qual ele traz uma cena da história em que Lúcia ao encontrar Aslam nota que ele parece maior, mas ele responde que na verdade ela havia crescido. O Pr Heber traça um paralelo com a nossa vida afirmando que quanto mais crescemos no conhecimento de Deus, mais Ele se torna maior aos nossos olhos.

 

2  No livro A viagem do Peregrino da Alvorada, Eustáquio, Lúcia e Edmundo se encontram com um cordeiro “… tão branco, que dificilmente poderiam fitar” (p. 513) o qual lhes oferece um alimento que nunca tinham provado, e logo depois o cordeiro se transforma em um leão, resplandecendo em glória que tanto se assemelha a Jesus que é o Pão da vida, o Cordeiro de Deus e o Leão de Judá (João 6:35 e 1:21, Apocalipse 5:5,6a).

 

3 Podemos observar também a história da Cadeira de Prata, em que o personagem principal, Rillian, vê uma serpente matar a sua mãe e em seguida tomar a forma de uma mulher bela. Ela o seduz, o trazendo para o seu mundo sombrio no qual o prendeu sob jugo de escravidão e a uma disposição mental deturpada.

 

Ele serve a ela até que, enviados por Aslam, Eustaquio e Jill viessem a resgata-lo, caso eles tivessem seguido os sinais de Aslam, relembrando-os de dia e de noite e cumprindo-os durante o caminho que guiava a Rillian, eles então ao encontrá-lo abririam os olhos dele. E a quebra dos sinais trouxeram grandes problemas a eles. Aqui fica claro 3 coisas:

a) A serpente simboliza o pecado que muda de forma para se parecer como a mulher adúltera de Provérbios 5, tentadora, que o seduz a uma cegueira tal que o leva a escravidão.

b) Aslam deu os sinais que deveriam ser seguidos à risca para que a caminhada fosse completada com êxito, e no caso os sinais figuravam os mandamentos de Deus que devem ser seguidos. Esse é um paralelo muito parecido com Josué 1:8: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas o cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido”.

c) A quebra dos sinais resultaram em situações de vida ou morte, e assim podemos lembrar que o pecado o qual todos cometemos (Rm 3:23) nos afasta de Deus e só nos traz perigos espirituais que podem custar muito caro, porém Cristo é a solução, Ele que é o Perfeito Varão, que cumpriu todos os mandamentos e n’Ele temos esperança! (1 Jo 3:4,5; 1 Jo 2:1).

 

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ANÁLISE.

Já descrevi no início do texto este parágrafo, mais sempre bom relembrar  “Ao escrever sobre os filmes e seus paralelos com a Bíblia, não quero julgar e muito menos fazer uma propaganda aos autores ou a indústria cinematográfica, quero apenas demonstrar o conhecimento teológico contigo nos relatos pelas visões subliminares contidas há tempos no ímpeto do ser humano a buscar seu criador.”

 

Referências:

Site aluzdoevangelho

Site inconformados

Site descubranarnia

Site uma-palavradefe

Site super.abril

Desde já quero indicar alguns livros de literatura cristã para você http://bit.ly/2iCWQSY

 

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