O Cânon Hebraico

“De acordo com os costumes judaicos, as Escrituras Hebraicas são divididas em três grupos conhecidos como Torah (Lei), Nebi’im (Profetas – Anteriores e Posteriores) e Kethubim (Hagiógrafo ou Escritos). Consistem em vinte e quatro livros que, por divisão diferente, aparecem na Versão Autorizada como trinta e nove. Desses livros, considerados inspirados e sagrados e que possuíam a autoridade "canónica", os judeus diziam que "tornam as mãos sujas" — frase cuja origem está perdida na obscuridade, mas que "pretendia provavelmente prevenir descuidos e manuseio irreverente dos livros sagrados, particularmente pelos sacerdotes". Nem todos os livros das Escrituras Sagradas eram considerados de igual autoridade, como também, nem, de fato, constavam nas três seções em que as Escrituras estavam divididas. Eles eram classificados em três níveis, por assim dizer; o primeiro lugar representando a Torah, em seguida, os Profetas e o último, os Escritos.

Desde o tempo de Esdras em diante, o judaísmo que gradualmente se desenvolveu atribuiu a maior importância possível à revelação da Thorah dada por Deus a Moisés no Sinai, e considerou a história subseqüente como de menor importância; dessa maneira a Thorah recebeu um lugar de suprema autoridade escriturística dentro da igreja judaica. Parece provável que em cerca de 400-350 a.C, a Torah ou o Pentateuco, como nós o temos agora, foi concluído; mas é mais difícil apurar a que ponto ele foi considerado como tendo obtido autoridade canónica”.

Fonte: Livro Entre o AT e o NT.

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