Qual a importância do panorama bíblico?

Todo conhecimento bem aplicado deve ser desenvolvido através das atividades objetivas, seja qual for à ciência. Não é de hoje que aplicamos o conhecimento nos fatos e atos que envolvem a aplicabilidade. No praticar da Bíblia é a mesma coisa. Obtemos conhecimento para na hora da aplicação utilizar da forma correta. Mas o que nós vemos é um emaranhado de aplicação sem conhecimento. Complicado entender? Não diria que é tanto assim. Ler mais

Romanos e o pecado

Os primeiros oito capítulos de Romanos constituem em si mesmos, uma unidade completa. Os quatro capítu­los e meio, de 1.1 a 5.11, formam a primeira metade des­ta unidade, e os três capítulos e meio, de 5.12 a 8.39, a segunda metade. Uma leitura cuidadosa revelar-nos-á que o conteúdo das duas metades não é o mesmo. Por exem­plo, no argumento da primeira seção encontramos em proeminência a palavra plural "pecados". Na segunda seção, contudo, esta ênfase é modificada, porque, enquanto a palavra "pecados" ocorre apenas uma vez, a palavra singular "pecado" é usada repetida vezes, e constitui o assunto básico e principal das considerações. Por que assim?

Porque, na primeira seção, considera-se a questão dos pecados que eu tenho cometido diante de Deus, que são muitos e que podem ser enumerados, enquanto que, na segunda, trata-se do pecado como princípio que opera em mim. Sejam quais forem os pecados que eu cometo, é sempre o princípio do pecado que me leva a cometê-los. Preciso de perdão para os meus pecados, mas preciso também de ser libertado do poder do pecado. Os primei­ros tocam a minha consciência, o último a minha vida. Posso receber perdão para todos os meus pecados, mas, por causa do meu pecado, não tenho, mesmo assim, paz interior permanente.

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